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por Tim Carriker

Quando falamos de vocação, muitos distinguem, com razão, uma vocação “geral” de uma “específica”: é comum ver um interesse maior no “ir” do que refletir as características de Cristo no dia a dia. Porém, há uma questão fundamental nisso: o desenvolvimento da nossa vocação ao longo da vida. Para isso, usaremos de exemplo o desenvolvimento da vocação de Paulo.

Temos a tendência a ter uma visão bem estática da nossa vocação “geral”, a vocação de nos assemelharmos a Cristo. Pensamos e agimos como se a conversão ocorresse de uma só vez e de maneira quase total – a ideia da transformação pronta e imediata de vil pecador em santo discípulo de Jesus.

Claro que esse é o nosso alvo, mas a Bíblia fala do desenvolvimento da nossa salvação. Por isso, podemos pensar na nossa vocação dessa maneira (Fil 2:12). É isso que os teólogos chamam de “santificação”, algo que separamos da conversão – sendo que Paulo não faz isso.

Krister Stendahl, biblista sueco, chamou atenção para isso em uma reflexão no seu livro “Paul among Jews and Gentiles”. Ele reparou que o Ocidente define seu conceito de conversão a partir do encontro de Saulo com Jesus, no caminho de Damasco. Essa ideia é de que a conversão veio como um relâmpago que derrubou Paulo e que ele foi transformado de uma vez por todas, ali, para sempre.

Mas não é isso que lemos nas Escrituras, nem nos escritos de Paulo e menos ainda nos exemplos que ele dá. Suas cartas mostram o desenvolvimento de sua vocação/salvação. Saulo era um judeu modelo, fiel piedoso, alguém que ninguém poderia botar defeito, literalmente. Saulo exerceu sua piedade por meio de sua dedicação ao estudo e a obediência às Escrituras.

Paulo levava a sério sua dedicação às Escrituras. Conhecê-la sem praticá-la era simplesmente incompreensível para esse fariseu dos fariseus – e ele praticava mesmo. Como discípulo de Jesus, mais de 30 anos depois de sua conversão, ele pôde olhar para trás e considerar a sua dedicação à piedade como uma vida “irrepreensível” (Fil 3:6). Porém, mesmo depois de sua conversão, é possível perceber quatro fases de desenvolvimento da sua salvação/vocação:

1. Fase da salvação inicial: de perseguidor a propagandista (At 9:9 / 22:11)

Quando Paulo se converteu, em sua fase de transformação inicial, não foi uma mudança do mal para o bem. Antes de conhecer a Jesus na estrada para Damasco, Paulo já era um sujeito muito bom. Em termos morais, e sei que isso é difícil de acreditar, Paulo não se tornou melhor depois de sua conversão do que era antes.

O problema é que concebemos a conversão nos termos de moralidade. Por isso, na hora do testemunho, privilegiamos as pessoas que tiveram a vida mais devassa possível, pois pensamos que isso ilustra melhor o poder de Deus. Mas a conversão de Paulo não foi assim: ela aconteceu em termos de direção.

Se conseguirmos reformular a nossa ideia de conversão para uma ideia de mudança de direção, vamos entender melhor o que Deus fez na vida de Paulo e o que Ele quer fazer em mim e você. Claro que, para muitas pessoas, uma mudança de direção exige uma mudança moral radical também. Porém, o ponto principal é a mudança de direção.

Paulo, então Saulo, estava a caminho de Damasco para acabar com o movimento cristão. Jesus o derrubou e o colocou em um novo caminho, para fortalecer e aumentar o movimento cristão. De perseguidor, se transformou em um dos maiores promotores da fé cristã. A princípio, Paulo ficou imobilizado. Mas, uma vez que a ficha caiu, não havia nada que poderia detê-lo.

A conversão é, antes de mais nada, uma mudança de direção, e é ela que pode mudar os seus hábitos e transformá-lo em servo eficaz de Deus. Muitas pessoas pensam que precisam mudar de moral antes de se converter. Sim, precisamos nos arrepender, mas o arrependimento significa literalmente virar as costas e ir na direção contrária de antes, confiando em Jesus. É isso que significa ter fé: como criança, confiar em Jesus. Uma vez feito isso, as mudanças interiores podem e vão acontecer. Mas, antes de mais nada, é preciso decidir: “Eu não vou mais andar na direção que estou andando agora”.

2. Salvação avaliada: de melhor que todos a escolhido

Não sabemos quanto tempo demorou, mas, cerca de 15 anos depois de sua conversão, Paulo não está mais silenciado e pasmado por sua conversão. Ele havia passado para uma nova fase: a da conversão avaliada. Veja em Gálatas (1:13-15) como Paulo entendia, depois desse tempo, a sua conversão; especialmente o que ele era antes de conhecer a Cristo: “seguia as tradições com mais zelo do que todos”.

Nessa segunda fase, Paulo avalia sua herança e formação. Ele entendia que, na religião, era muito bom, melhor do que os outros. Ele era uma pessoa muito zelosa e, nessa fase, continua sendo. É verdade que ele coloca um “porém” muito importante: “porém Deus, na sua graça, me escolheu…” Mas repare que esse “porém” não alterou a sua avaliação que tinha sido um seguidor piedoso de Deus, ainda que maldirecionado. Mais tarde, uns cinco anos depois, isso mudou. Assim, Paulo passou para uma terceira fase da sua salvação.

3. Salvação reconsiderada: de perfeito ao lixo

Muitos discípulos de Cristo passam a vida toda na primeira ou na segunda fase da sua salvação. Não digo isso como crítica: muitos simplesmente não imaginam que há algo mais. Mas há.

Paulo descobriu isso quando reconheceu que toda a sua piedade e herança não passavam de lixo, quando comparadas à caminhada diária com Jesus. Em algum momento, entre escrever a carta aos gálatas e, anos depois, as cartas aos coríntios e aos filipenses, Paulo reconheceu o seu devido tamanho diante de Deus. Reconheceu que tudo o que ele realizava antes era nada, diante daquilo que Deus havia feito em sua vida: “sou o menos importante dos apóstolos” e “nenhuma das coisas do passado têm valor, por causa de Cristo”. (1 Cor 15:9 / Fil 3:7-9).

Veja a diferença: na primeira fase da sua salvação, Paulo estava pasmado. Na segunda, reconhece que era bom, mas que estava no caminho errado, e Deus o havia colocado no caminho certo. Agora, 20 anos após sua conversão, Paulo entende que aquela vida anterior a Cristo era perda.

Depois de 20 anos caminhando com Cristo e 17 mil quilômetros de viagens, diante das vitórias e dos sofrimentos, aqueles poucos anos como fariseu exemplar diminuíram tanto que tornaram-se lixo. Será que um dia entenderemos as nossas vidas dessa forma?

Por incrível que pareça, isso ainda não era suficiente para Paulo. Eventualmente, uns cinco anos depois, essa percepção mudaria novamente, de forma sutil, levando Paulo a uma extraordinária quarta fase da sua salvação.

4. Salvação entregue: de “vida antes de conhecer Cristo” a “vida de blasfêmia”

Nessa fase, Paulo reavalia radicalmente se, antes de conhecer Cristo, vivia mesmo uma vida boa. A vida anterior não era mais “boa virada em lixo”. Ela simplesmente deixou de ser boa. É assim que ele fala de sua vida anterior a Cristo: “Ele me escolheu para servi-lo apesar de eu ter dito blasfêmias, o perseguido e o insultado”. (1 Tim 1:12-13)

Veja: sua vida antes de conhecer a Cristo deixa de ser “boa, porém maldirecionada”. Deixa de ser até “boa, mas transformada em lixo”, em comparação com a vida com Cristo. Paulo agora diz com todas as letras: “Eu não tinha fé, sou o maior dos pecadores”.

Vale esclarecer: nenhuma das quatro avaliações da salvação de Paulo estava equivocada. Em sua caminhada, cada avaliação estava correta, e até inspirada por Deus. Porém, à medida que caminhava com Cristo e à medida que pagava o preço do discipulado, o passado, mesmo aquele passado bom, não só diminuía em tamanho e importância, como se tornava uma vida sem fé. Paulo, então, considera-se o pior dos pecadores.

Essa é a vocação para onde precisamos caminhar, onde diminuímos tanto em importância que só nos resta refletir a Cristo. A partir daí, não importa aonde iremos ou o que faremos, porque, em tudo isso, as pessoas que se encontrarem conosco estarão se encontrando com Cristo.

Este post tem um comentário

  1. excelente estudo.

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EM BREVE – MAIS INFORMAÇÕES

No Brasil, de forma geral, muitos têm notado um grande distanciamento entre a presença da igreja e a transformação do contexto. Por exemplo, algumas das cidades mais violentas são justamente as que registram maior presença evangélica. Por que isso acontece? Aprendemos algo errado? Temos concentrado nossas ações de maneira correta? A proclamação do nome de Cristo na cidade não deveria ter sido suficiente? Será que trata-se tão somente de batalha espiritual?

Na humilde tentativa de responder algumas dessas perguntas, a equipe da MAIS elaborou o workshop TEU REINO VEM: A IGREJA TRANSFORMANDO A CIDADE. Deus nos tem dado experiência de campo em diversos contextos urbanos do mundo. Ele também nos tem dado grande trânsito junto à igreja brasileira nos últimos 7 anos. Ao perceber isso, notamos que poderíamos reunir elementos bíblicos e práticos em um curso de impacto que pudesse ser ministrado em poucas horas. Cremos que nossa pequena contribuição somará muito na proposta de resgatar a relevância da igreja na nação.

Temos ministrado outros workshops dentro e fora do Brasil. No entanto, este novo workshop não consiste na continuação de qualquer outro, podendo ser ministrado mesmo que sua igreja não tenha hospedado nenhum de nossos projetos anteriores.

Preencha o nosso formulário, e vamos trabalhar juntos para que o Reino venha, de forma que nossas cidades nunca mais sejam as mesmas. E que de Deus, somente de Deus, seja toda a glória por isso!

Tópicos Abordados

Parte 1 – Teu Reino Vem: Perspectivas Bíblicas

  • Definindo o Reino segundo a Bíblia e na perspectiva de Jesus
  • Qual a participação humana no processo?
  • Que tipos de oposição precisamos esperar?

Parte 2 – A Discrepante presença da igreja

  • O Reino tem chegado nas cidades do Brasil? Alguns dados preocupantes
  • Razões do distanciamento entre a presença da igreja e a transformação da cidade

Parte 3 – O que acontece quando o Reino vem?

  • Três marcas do Reino na Cidade

Parte 4 – Missão Transformacional e Desenvolvimento Comunitário

  • Desenvolvendo as pessoas ao invés de simplesmente prestar assistência
  • Cinco Pilares do Desenvolvimento Comunitário Cristão

Parte 5 – Um plano de ação para a cidade

  • Passos para a transformação da cidade (Good Cities Method)
  • Análise prática e in loco acerca do contexto de sua igreja
  • Rascunhos de um sonho transformador

Deus é dono de toda criatividade, autor da melhor história, da qual o fim ainda não aconteceu, mas já estava escrito por intermédio do Verbo. Ele tem se comunicado conosco desde o princípio em diversas formas: através de sua criação Ele mostra sua glória (Salmos 19); por intermédio da sua Palavra Ele nos molda e nos ensina (2Timóteo 3.16-17) e por meio de Seu Filho, releva o Seu amor incondicional (João 3.16).

“Deus é o diretor, roteirista e ator principal.
Essa história não é sobre nós, mas sobre ELE”

O Workshop “Reino, Comunicação & Mídia” aborda formas relevantes e impactantes de comunicarmos a mensagem de Cristo para a atual geração sem comprometer a profundidade e o conteúdo da Palavra de Deus. Diariamente somos inundados com informações de todos os lados e como podemos comunicar Cristo em meio a tanto barulho?

Deus tem se comunicado conosco e nos feito um convite irresistível. Desmistificando a história de que “O convidamos para fazer parte de nossas vidas”, nos revelando que pela graça fomos convidados a fazer parte desse filme onde Deus é o diretor, roteirista e ator principal. Essa história não é sobre nós, mas sobre ELE.

A MAIS está comprometida em levar a Esperança de Cristo ao mundo e hoje presente em mais de 11 países, nossa mensagem já está espalhada em 5 línguas em 4 continentes distintos. Como fruto dessa experiência queremos compartilhar com a igreja brasileira o que aprendemos e como nós, como corpo, podemos impactar nossa sociedade por meio de uma comunicação que exalta os princípios do Reino de Deus.

 

O Workshop MISSÕES PARA TODOS foi o lançado em 2012, e foi nosso primeiro curso ministrado em igrejas. Mais de 60 igrejas em 19 estados já hospedaram este seminário. Numa maratona de 8 horas, o objetivo é ativar a igreja como um todo, no que tange à responsabilidade missionária de todo crente. Nas palavras de Spurgeon, “Todo Cristão, ou é um missionário, ou é um impostor”.

Por onde temos passado, testemunhamos a quebra de mitos comuns, como o de que “Missões é tarefa de pastores e missionários”, ou “Missões só pode ser exercida pelos que vão servir em contexto transcultural”. O engajamento das igrejas passa a ser outro. Vimos várias vocações missionárias de tempo integral brotarem desse curso de impacto. Vimos igrejas reestruturando ou iniciando seus conselhos ou departamentos missionários. Através destas horas de despertamento e ativação, sua igreja vislumbrará um novo horizonte vocacional!

Preencha o formulário e nossa equipe entrará em contato para esclarecer maiores dúvidas. Vamos juntos, pelo avivamento missionário do Brasil!

No que cremos

MAIS não é uma igreja, mas uma organização missionária que trabalha para a igreja e pela igreja. Apesar disso, não abrimos mão de alguns valores bíblico-doutrinários e de alguns padrões de procedimento, os quais sintetizamos em cinco itens.

  1. CREMOS que a Bíblia é a Palavra revelada de Deus, escrita por homens por Ele inspirados. Nossa missão não é cumprida em resposta às necessidades do mundo, mas às Escrituras.
  2. CREMOS que o homem foi criado por Deus para alcançar vida eterna através de Jesus Cristo, que todos pecaram e somente mediante a cruz e a ressurreição, podem ser salvos.
  3. CREMOS na Trindade, a saber, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Este último opera ativa e constantemente no meio de Sua igreja, confirmando e capacitando a vocação missionária do seu povo.
  4. CREMOS que Jesus chamou sua igreja para a realização da obra missionária na Grande Comissão (Mt. 28:18-20; Mc. 16:15). A tarefa missionária foi dada à igreja e não a qualquer organismo ou organização paralela. Como agência missionária, estamos subordinados à igreja de Cristo, a verdadeira detentora dos direitos e deveres referentes à proclamação do Evangelho.
  5. CREMOS que a tarefa missionária deve ser cumprida contextualmente, considerando que Deus ama as culturas. Nossos projetos ocorrem em consonância com a igreja nativa dos países onde Deus nos tem enviado.

 

Visão

Desejamos ver a igreja sofredora tornar-se triunfante em todos os cantos da Terra.

Valores

Estamos comprometidos com a Igreja Sofredora em situações de catástrofe, guerra e perseguição religiosa, buscando o desenvolvimento das comunidades a partir Da igreja local.

Áreas de atuação

Assistência a refugiados

Assistência médica
Capacitação profissional Desenvolvimento comunitário
Discipulado Microcrédito
Ministério com mulheres Ministério infantil
Oportunidades de trabalho Treinamento de líderes

Custos

Um dos nossos desafios é adquirir as moradias e acomodações para os refugiados, além de levantar os recursos necessários para manutenção das instalações. Se você deseja  contribuir nesse projeto, faça sua doação agora mesmo.

Investimento inicial:

Móveis: R$3.000
Aluguel (mensal): R$1.200,00
Água (mensal): R$90,00
Luz (mensal): R$120,00
Alimentação (mensal): R$400,00

(Custo por moradia/pessoa)
Investimento 1º mês: R$4.810,00
Meses seguintes: R$1.810,00

 

BRASIL | Colombo – PR | Sede

A sede da MAIS está localizada em Colombo, no estado do Paraná – Brasil, e funciona como a base de operações da organização. Da sede nacional são coordenadas todas as demais bases e projetos, além da captação de recursos.

Em nossa sede também funciona a base que hospeda nossos obreiros e o Centro de Treinamento Mais (CTMAIS), uma escola de despertamento missiológico e vocacional, que prepara homens e mulheres para servir ao Reino. Também acolhe refugiados que não conseguem permanecer em seus países de origem devido a contextos de guerra ou perseguição religiosa.

De nossa sede nacional, ainda buscamos estar sempre presentes em situações de catástrofes naturais que eventualmente ocorrem em nosso país, como as enchentes de 2010 em Alagoas e Pernambuco e no Rio de Janeiro de 2011 a 2013.

[baselink base=”colombo” texto=”Veja as últimas notícias sobre Colombo.”]

 

Áreas de Atuação

Assistência a refugiados Discipulado

Uganda

A MAIS está presente em Uganda desde 2014 e desde então desenvolve projetos junto a comunidade local, as igrejas e seus líderes. Temos também desenvolvido projetos em campos de refugiados, sempre através de parcerias com as igrejas presentes, apoiando e ajudando a ampliar a ação destes irmãos da Igreja Sofredora. Temos também realizado treinamentos bíblico-teológicos junto aos líderes destas Igrejas, visando o crescimento e fortalecimento de suas comunidades.
Além de nossos projetos locais a MAIS Uganda tem feito ações para apoiar os cristãos em países de perseguição religiosa em nossa região. Nosso intuito é realmente fornecer apoio para que estes irmãos e líderes da Igreja possam permanecer neste contexto tão difícil.

Áreas de Atuação

Assistência a refugiados Assistência médica
Discipulado

 

Sudeste Asiático

Os projetos no Sudeste Asiático têm como base o desenvolvimento comunitário junto aos cristãos locais e à igreja que sofre por causa de sua fé. Além disso, nossa base atua como suporte aos irmãos que buscam refúgio na região, mas que não encontram acolhimento por parte do governo. Nossos missionários atuam junto à igreja local, tendo em sua equipe missionários e obreiros também da igreja local.

[baselink base=”sudeste-asiatico” texto=”Veja as últimas notícias sobre o Sudeste Asiático.”]

 

Áreas de Atuação

Assistência a refugiados Desenvolvimento comunitário
Assistência médica Treinamento de lideres

 

Oriente Médio

Abrimos nossa base no Oriente Médio em agosto de 2014, com o objetivo de fortalecer a igreja que sofre, especialmente, entre os milhares de refugiados sírios e iraquianos que buscam a localidade para fugir das tensões e conflitos na região.

Começamos a desenvolver o programa de microcrédito beneficiando cristãos na região, e também inauguramos uma clínica para atendimento médico-odontológico dos refugiados e comunidade em estado de vulnerabilidade social. Também demos início a um trabalho de visita a campos de refugiados para discipulado e observação das necessidades.

[baselink base=”oriente-medio” texto=”Veja as últimas notícias sobre o Oriente Médio.”]

Áreas de Atuação

Assistência a refugiados Desenvolvimento comunitário
Discipulado

 

Estados Unidos

A MAIS EUA nasceu em 2016 com o objetivo de despertar a igreja americana para a causa da Igreja Sofredora, além de levantar recursos para as outras bases ao redor do mundo.

Áreas de Atuação

Treinamento de líderes

 

Nepal

Nossa base no Nepal funciona em parceria com outras organizações cristãs locais. Nossa equipe está alocada na capital, Katmandu, e realiza incursões periódicas às províncias de Dolakha e Sindhupalchok, que estão entre as mais afetadas pelos terremotos no primeiro semestre de 2015.

Nosso objetivo é desenvolver projetos que visem à recuperação da agricultura de subsistência – principal fonte de renda destas populações. A partir deste trabalho será possível promover meios de geração de renda para os camponeses por meio do comércio e exportação.

[baselink base=”nepal” texto=”Veja as últimas notícias sobre o Nepal.”]

Áreas de Atuação

Microcrédito Discipulado
Treinamento de líderes

 

Itália

A MAIS está na Itália desde o início de 2015, auxiliando no acolhimento a refugiados e caminhando junto à igreja italiana. Trabalha em parceria com o pastor Latif, que acolhe refugiados na Itália desde 2011 e hoje é obreiro e diretor da MAIS Itália.

Nosso objetivo com este trabalho é conscientizar a igreja na região para a realidade da Igreja Sofredora pelo mundo, em especial aquela que chega diariamente.

[baselink base=”italia” texto=”Veja as últimas notícias sobre a Itália.”]

Áreas de Atuação

Assistência a refugiados

 

Haiti

Iniciamos nossos trabalhos no Haiti em resposta ao terremoto ocorrido em janeiro de 2010. Após as ações de socorro emergencial, montamos uma base no país para o planejamento de ações de médio e longo prazos em parceria com as igrejas locais.

Atuamos no país com a oferta da Escola de Desenvolvimento Comunitário, que acontece paralelamente ao programa de microcrédito, que é realizado sobre três pilares: investimento financeiro, envolvimento entre as pessoas por meio da associação e a utilização desta ferramenta pela igreja para desenvolvimento e discipulado da comunidade. A duração do programa é de um ano e meio. Também damos suporte a outros projetos no Haiti, como a Remix Escola de Música e orfanato, entre outras iniciativas pontuais.

[baselink base=”haiti” texto=”Veja as últimas notícias sobre o Haiti.”]

Áreas de Atuação

Desenvolvimento comunitário Microcrédito
Ministério infantil Assistência médica
Treinamento de líderes

 

Guiné Bissau

Atuamos em parceria com a Casa Emanuel, orfanato localizado em Bissau. Nossos missionários têm trabalhado o conceito de família com crianças e adolescentes que, muitas vezes, nunca saíram dos limites do orfanato. Trabalho realizado desde 2015.

[baselink base=”guine-bissau” texto=”Veja as últimas notícias sobre Guiné Bissau.”]

Áreas de Atuação

Microcrédito Ministério infantil
Discipulado

 

Colômbia

Nossa base na Colômbia está em fase de implantação, após um trabalho de sondagem para desenvolvimento de projetos no final de 2014. Executamos, de maneira piloto, o programa de microcrédito com uma família cristã na zona rural, que tem alcançado bons resultados.

Em alguns meses iremos ampliar o programa e começar o treinamento de desenvolvimento comunitário com a igreja local, que sofre com a perseguição em um contexto de guerrilha que já dura décadas, o que faz da Colômbia um dos três países com o maior número de deslocados internos no mundo.

[baselink base=”colombia” texto=”Veja as últimas notícias sobre a Colômbia.”]

 

Áreas de Atuação

Desenvolvimento comunitário Microcrédito
Assistência a refugiados

 

Ásia Central

O trabalho na Ásia Central acontece junto aos cristão que sofrem por conta de um regime autoritário e perseguição religiosa. Nossos missionários têm o desafio de encorajá-los em sua fé, além de trabalhar com projetos de desenvolvimento comunitário que trazem dignidade de volta à comunidade.

[baselink base=”asia-central” texto=”Veja as últimas notícias sobre a Ásia Central.”]

Áreas de Atuação

Capacitação profissional Microcrédito
Discipulado Ministério com mulheres
Treinamento de líderes

 

Sertão

Em 2015, a MAIS chegou em Acauã, no sertão do Piauí, para trabalhar em parceria com organizações que atuam ali. Desde então, vimos sonhos se tornarem realidade, como a Fábrica de Acordes e a Boutique dos Sonhos, que trazem dignidade de volta ao nossos irmãos na região.

[baselink base=”sertao ” texto=”Veja as últimas notícias sobre o Sertão.”]

Áreas de Atuação

Desenvolvimento comunitário Oportunidades de trabalho
Discipulado